Palavras que não passavam de 3 simples perguntas que me encantavam e me deixavam caído aos teus pés. És a loucura, a diversão em pessoa. Foi tudo isto que pensei e passei naquela altura e num momento tinhas descido a tua mão direita, até entre as minhas pernas. Não sabia como reagir a tal tentação, o meu corpo deixava-se levar, o meu mundo deixava de resistir às tuas preces.
Perguntavas, como é que eu conseguia embalar-te em tal “feeling”, como é que eu libertava em ti uma fera sem igual e como eu te deixava tão tentada e ao mesmo tempo tão molhada. Revirei-me sem medo e inspirei todo o ar que impedia os nossos lábios de se tocarem. Balancei a tua cara na minha direcção e enquanto te aproximavas lentamente, despistes-me. Desapertaste-me o cinto das calças de forma agressiva mas desabotoaste-me com calma esses botões pesados.
Simplesmente, tive que responder-te enquanto me seduzias. “Nunca fiz algo assim por uma rapariga até hoje, nunca agi de tal maneira e nunca tive a certeza de mim mesmo, só sei que tu me atraíste à distância, foi puro feitiço”. Não sabia mais que dizer, até que fechaste os meus lábios com os teus e selaste as minhas palavras que já não se ouviam, já não tinham sentido para aquele momento. E tu caminhavas para a possessão da tua vida. Já tinha fechado os olhos enquanto mexias onde não devias, eras o meu pecado, o meu fruto proibido.
Não falavas, porque depois de teres mexido um pouco, ficaste a contemplar uma ferramenta poderosa que Deus tinha dado ao homem e que toda a mulher queria ter, mas naquele momento era a ti que eu queria dar. Vias o quão grande era, imaginavas o que poderias fazer com tamanha ferramenta mas lá vestiste-me os boxers, abotoaste-me as calças e apertaste-me o cinto, foi tudo tão rápido. Já ias a fugir mas eu agarrei-te pelo braço e naquele instante fui eu que olhei nos teus olhos e foram eles que te fizeram aproximar de mim.
Eles disseram-te: “vem, vem para o pé de mim, encosta-te e sente-me dentro de ti”. Aproximaste-te lentamente, com outros olhos, agora eram mesmo olhares de possessão, atrevimento e de prazer futuro, mas o que fizeste foi chegar ao pé de mim e dizer: “vamos para o quarto lá de cima”. Essas palavras fizeram-me pecar, eu não queria mais nada, era ali, era aquele momento que não queria perder.
Lá fomos e lá chegámos. No meu subconsciente ainda via o que se passava no corredor, até parece que estivemos na casa de banho uns 3 minutos. Quando olhei para o relógio, já passava da meia-noite e meia. Mal fechámos a porta desse quarto, começámo-nos a fitar nos olhos caminhando em direcção à cama. Deitámo-nos e desenrolámos uma longa conversa.
Foi um diálogo de palavras e de perguntas atrás de perguntas em que eu só me questionava sobre o porquê de tamanho interrogatório. Não exagerei, foram perguntas à descoberta do meu ser como se ela quisesse navegar no meu mar de questões que serviam apenas para prevenir elucidações.
Até que…
Perguntavas, como é que eu conseguia embalar-te em tal “feeling”, como é que eu libertava em ti uma fera sem igual e como eu te deixava tão tentada e ao mesmo tempo tão molhada. Revirei-me sem medo e inspirei todo o ar que impedia os nossos lábios de se tocarem. Balancei a tua cara na minha direcção e enquanto te aproximavas lentamente, despistes-me. Desapertaste-me o cinto das calças de forma agressiva mas desabotoaste-me com calma esses botões pesados.
Simplesmente, tive que responder-te enquanto me seduzias. “Nunca fiz algo assim por uma rapariga até hoje, nunca agi de tal maneira e nunca tive a certeza de mim mesmo, só sei que tu me atraíste à distância, foi puro feitiço”. Não sabia mais que dizer, até que fechaste os meus lábios com os teus e selaste as minhas palavras que já não se ouviam, já não tinham sentido para aquele momento. E tu caminhavas para a possessão da tua vida. Já tinha fechado os olhos enquanto mexias onde não devias, eras o meu pecado, o meu fruto proibido.
Não falavas, porque depois de teres mexido um pouco, ficaste a contemplar uma ferramenta poderosa que Deus tinha dado ao homem e que toda a mulher queria ter, mas naquele momento era a ti que eu queria dar. Vias o quão grande era, imaginavas o que poderias fazer com tamanha ferramenta mas lá vestiste-me os boxers, abotoaste-me as calças e apertaste-me o cinto, foi tudo tão rápido. Já ias a fugir mas eu agarrei-te pelo braço e naquele instante fui eu que olhei nos teus olhos e foram eles que te fizeram aproximar de mim.
Eles disseram-te: “vem, vem para o pé de mim, encosta-te e sente-me dentro de ti”. Aproximaste-te lentamente, com outros olhos, agora eram mesmo olhares de possessão, atrevimento e de prazer futuro, mas o que fizeste foi chegar ao pé de mim e dizer: “vamos para o quarto lá de cima”. Essas palavras fizeram-me pecar, eu não queria mais nada, era ali, era aquele momento que não queria perder.
Lá fomos e lá chegámos. No meu subconsciente ainda via o que se passava no corredor, até parece que estivemos na casa de banho uns 3 minutos. Quando olhei para o relógio, já passava da meia-noite e meia. Mal fechámos a porta desse quarto, começámo-nos a fitar nos olhos caminhando em direcção à cama. Deitámo-nos e desenrolámos uma longa conversa.
Foi um diálogo de palavras e de perguntas atrás de perguntas em que eu só me questionava sobre o porquê de tamanho interrogatório. Não exagerei, foram perguntas à descoberta do meu ser como se ela quisesse navegar no meu mar de questões que serviam apenas para prevenir elucidações.
Até que…
Escreves sempre com tanto sentimento +.+
ResponderEliminarés intenso naquilo que escreves *-*
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