Ela não me proibiu de entrar no seu jardim, proibiu-me sim de a querer encantar com rosas, com bombons, com poemas, com cartas de amor, com toda a magia de um romancista. Ela não acreditava em cavaleiros andantes, príncipes encantados. Não acreditava em mim, no meu ser quando eu lhe dizia: “Quero ficar contigo “.
Agora chora de saudade, saudade de não me ter, saudade de me ter proibido, mas sou eu que me sinto cansado em escrever-lhe cartas, poemas e enviar-lhe rosas todos dias, perdi-me neste labirinto do meu coração, neste jardim sem saída, neste amor proibido.
Eu fiquei contigo mesmo quando não querias encantos, mas nunca pensei que chorasses de saudade e eu, eu nunca pensei em perder-me algures na tua terra do nunca.