Vejo a Lua a desabar-se no horizonte e as estrelas a caírem na minha Terra. A noite está triste e ela chora, chora e chora. Perdeu todo o seu brilho, todo seu mistério. Agora não passa de um simples pano preto pregado a um tecto imaginário. Já não havia estrelas no céu - pensava eu. Mas num ínfimo segundo os meus olhos ficaram cegos por uma luz branca, que me caiu nos braços e arrastou-me largos metros pelo chão.
Quando dei por mim já era de dia, o Sol brilhava com toda a alegria, o seu calor enchia-me o corpo de energia, aquecia-me a alma e, o que quer que me tivesse atingido, deixou-me a marca de uma Estrela no peito. Não me lembrava de nada da noite anterior, mas esperei pela próxima e passei todas as outras a contemplar o seu maravilhoso céu.
Não tinha razões para o fazer mas algo me atraía: não era a sua beleza, a sua misteriosidade ou o seu brilho. Era algo que me tinha tocado no meu coração, porque de dia ele não batia, mas à noite eram batidas de um coração apaixonado, batidas ofegantes, batidas poéticas.
Mais tarde, houve uma noite que decidi passá-la na varanda, cheguei até adormecer e senti os teus lábios a tocarem nos meus, a tua mão a passar no meu rosto e o teu rosto a pousar-se no meu peito. Quando acordei já tinhas partido e eu já não tinha uma Estrela no peito, mas sim no Coração.
sabes que adorooooo este texto. Continua a escrever assim :)
ResponderEliminarMuito bonito, continua.
ResponderEliminarHá só uma vírgula ou outra que foi com "ela", mas muito bom.
esta lindo filipe :P sinceramente nc pensei que te virasses para a escrita e tivesses jeito lol . mas continua que vais bem :)
ResponderEliminarbeijocas**
Gostei imenso do texto , está mesmo lindo e fico a pensar de onde vem tanta inspiração . Continua assim (:
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